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Nos últimos meses, o debate sobre os alimentos ultraprocessados voltou ao centro das discussões globais. Nos Estados Unidos, esse movimento ganhou destaque após declarações mais duras do governo americano sobre a necessidade de reduzir o consumo desses produtos.
Aqui na biO2, concordamos com a preocupação, mas reforçamos que esse é, novamente, um debate que nasce de um contexto alimentar específico dos EUA. Ainda assim, isso não significa que o Brasil esteja imune, muito pelo contrário.
No Brasil, o consumo de alimentos ultraprocessados cresceu de forma acelerada nas últimas décadas e já representa quase um quarto da alimentação da população. Dados recentes de uma série de artigos científicos liderados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), com informações de 93 países, mostram que a participação desses produtos na dieta dos brasileiros mais que dobrou desde os anos 1980, passando de cerca de 10% para 23% do total de calorias ingeridas.
Esse avanço não é um fenômeno isolado, mas faz parte de uma reestruturação global dos padrões alimentares, impulsionada por grandes corporações e por estratégias agressivas de marketing. No entanto, seus impactos são sentidos de forma particularmente preocupante entre crianças e adolescentes, que hoje crescem expostos e habituados a produtos industrializados cheios de aditivos químicos desde muito cedo.
Vemos uma geração que se alimenta majoritariamente de shakes prontos à base de leite animal, barras proteicas químicas e artificiais, cereais matinais açucarados, salgadinhos transgênicos, refrigerantes e bebidas exageradamente adoçadas… produtos que muitas vezes substituem refeições completas e passam a ocupar o lugar da comida de verdade no cotidiano.
As evidências científicas são consistentes ao associar dietas ricas em ultraprocessados à pior qualidade nutricional, ao consumo excessivo de calorias e à maior exposição a aditivos químicos. Revisões de longo prazo mostram aumento do risco de diversas doenças crônicas, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer.
Esse cenário preocupa não apenas pelo impacto nutricional imediato, mas pelo efeito cumulativo ao longo da vida, moldando hábitos, comprometendo a saúde das próximas gerações e pressionando também os sistemas ambientais e alimentares. O que está em jogo não é apenas o que se come hoje, mas o padrão alimentar que estamos normalizando para o futuro.
Este movimento reforça a importância do consumo consciente e, na biO2, todo o nosso trabalho existe justamente para ampliar essa consciência. Não promovemos apenas a leitura de rótulos e listas de ingredientes (que, aliás, escancaram a diferença entre a biO2 e muitas marcas da prateleira “saudável”). Promovemos uma mudança de relação com a comida: mais conexão com a natureza, mais prática de esportes, mais cuidado e preocupação com a origem dos alimentos, mais respeito ao meio ambiente e mais vitalidade real, orgânica, capaz de regenerar e fortalecer o corpo e o meio.
Afinal, biO2 significa VIDA em potência máxima.
Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, os alimentos são classificados de acordo com o grau de processamento:
O problema não é apenas o processamento em si, é o rompimento da relação com a comida de verdade.
Nos últimos anos, vimos um movimento curioso (e preocupante):os ultraprocessados invadiram a prateleira do saudável.
Hoje, ao entrar em uma loja ou mercado, é comum encontrar a área “fitness” ou “wellness” dominada por barras e produtos ultraprocessados à base de subprodutos da indústria pecuária e láctea, como WPC (whey protein concentrado), soro do leite, gelatina e colágeno (derivados de peles, cartilagens e ossos bovinos e suínos).
Além disso, são produtos artificialmente coloridos e saborizados, com adoçantes agressivos e cancerígenos, polióis, conservantes e listas de ingredientes que mais parecem rótulos farmacêuticos, tudo isso embalado em apelos de “saúde” e “performance”.
Mas por que esses produtos estão ali? Os profissionais de saúde não alertam? Os compradores e gestores de categoria não leem esses rótulos?
Porque categoria não é sinônimo de conteúdo.
Eles entram na prateleira por força de marketing, não por coerência nutricional. E, mais cedo ou mais tarde, o preço chega: o consumidor percebe, perde a confiança e o ponto de venda também sente esse impacto.
Há 27 anos, a biO2 cresce de forma constante e consistente, conquistando diariamente novos consumidores e, principalmente, construindo e preservando confiança, que zela com muito esforço para manter!
Não existem truques de marketing, modismos ou “trends”. Nosso diferencial está em uma tecnologia industrial limpa, baseada em ingredientes de alta qualidade e origem responsável, aliada a um processo rigoroso que garante a segurança e tempo de prateleira do produto sem recorrer à base química e artificial das indústrias convencionais.
E foi assim que fizemos o caminho contrário: invadimos as prateleiras tradicionalmente dominadas por produtos ultraprocessados.
Levamos nossas opções à base de comida de verdade, com certificações Orgânicas (Ecocert) e Veganas (SVB), para espaços antes ocupados por cereais matinais açucarados e salgadinhos totalmente artificiais, com o apoio de gestores de categoria que acreditam em um varejo mais consciente.
Não para disputar sabor artificial ou indulgência disfarçada de saúde, mas para mostrar que é possível oferecer opções naturais, equilibradas e saudáveis de verdade, mesmo em ambientes historicamente dominados por ultraprocessados.
Porque nosso compromisso nunca foi apenas “entrar na categoria”, e sim questionar a categoria.
Desde o início, há 27 anos, mantemos uma lista rigorosa de ingredientes proibidos.Não usamos corantes artificiais, aromas artificiais, adoçantes químicos, conservantes sintéticos ou ingredientes que desrespeitem o corpo e o meio ambiente.
Acreditamos que o que não cabe na base da alimentação também não deve estar nos produtos que a complementam.
Estamos presenciando diferentes comportamentos de marcas dentro da mesma categoria.Algumas usam o espaço do “saudável” para educar, melhorar e elevar o padrão.Outras usam essa mesma categoria apenas para vender produtos indulgentes disfarçados de saúde.
Nossa escolha é clara.
A missão da biO2 é ser a maior marca de alimentos saudáveis do Brasil, sem atalhos, sem enganação nutricional e sem abrir mão de princípios muito claros. Estamos caminhando para isso com consistência, transparência e respeito.
Se existe uma refeição que reflete bem esse conflito entre ultraprocessados e comida de verdade, ela é o café da manhã.
Por isso, defendemos opções simples, acessíveis e reais:
Comer bem não precisa ser complicado e pode ser MUITO gostoso!
A biO2 não compactua com atalhos fáceis, modismos ou soluções artificiais.Seguimos firmes na defesa da comida de verdade, da ciência, da sustentabilidade e da transparência.
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